
O mundo está passando por transformações econômicas, políticas e sociais reais e irreversíveis. O advento da sociedade do conhecimento e a globalização são transições importantes e atingem diretamente a sociedade. As exigências de uma economia globalizada afetam diretamente a formação dos profissionais em todas as áreas do conhecimento. (BEHRENS, 1996, p. 67)
A integração das novas tecnologias ao cotidiano escolar propõe mudanças no fazer pedagógico, proporciona aos profissionais da educação uma reflexão sobre sua prática e possibilita diferentes formas de ação, que permite não só lidar com essa realidade como também construí-la. O professor necessita apropriar-se das tecnologias e introduzi-las ao seu planejamento diário, segundo FRÓES (In Lopes) para que isso ocorra é necessário:
A integração das novas tecnologias ao cotidiano escolar propõe mudanças no fazer pedagógico, proporciona aos profissionais da educação uma reflexão sobre sua prática e possibilita diferentes formas de ação, que permite não só lidar com essa realidade como também construí-la. O professor necessita apropriar-se das tecnologias e introduzi-las ao seu planejamento diário, segundo FRÓES (In Lopes) para que isso ocorra é necessário:
[...] criar condições para que se aproprie, dentro do processo de construção de sua competência, da utilização gradativa dos referidos recursos informatizados: somente uma tal apropriação da utilização da tecnologia pelos educadores poderá gerar novas possibilidades de sua utilização educacional.
Para que o professor possa integrar efetivamente sua prática com a tecnologia de informação e comunicação é necessária a competência que garante o conhecimento das especificidades dos recursos tecnológicos, isto está relacionado ao “saber como”, ou seja, como usar pedagogicamente esses recursos.
O fundamental para que haja uma reestruturação da prática pedagógica é a concepção de que o professor mantenha uma postura reflexiva, que garanta a ele o papel de mediador, ou seja, que faça uma mediação pedagógica, possibilitando que os recursos e potencialidades das novas tecnologias não se percam em um ambiente sem contextualização.
Segundo Cotes e Monteiro o governo brasileiro iniciou um projeto que tem ambição de informatizar todas as escolas da rede pública, prometendo “acabar com a tão condenada exclusão digital”. Notadamente, as mudanças ocorridas com a incorporação de novas tecnologias estão causando impactos na sociedade contemporânea. A inclusão digital na escola é um efetivo instrumento de transformação social, é um parâmetro de aceitação na sociedade da informação.
Com o desenvolvimento tecnológico conquistado em nossos dias, principalmente em relação às inovações digitais, que ampliou a capacidade de coletar, armazenar, recuperar e atualizar as informações, otimizando a incorporação de novas práticas pedagógicas, aliado a um docente comprometido com um currículo relevante e significativo, sintonizado com as contribuições das pesquisas científicas, conseqüentemente é campo propício para a formação do indivíduo crítico e pesquisador. A concepção de que o conhecimento é construído através da interação da pessoa com a realidade social e valores culturais em que vive, revela a complexidade e a provisoriedade que caracterizam este processo.
O educador deve desempenhar uma nova função, a de ser o mediador e integrar ao processo de ensino-aprendizagem as novas tecnologias, procurando preparar-se para dominá-las.
O fundamental para que haja uma reestruturação da prática pedagógica é a concepção de que o professor mantenha uma postura reflexiva, que garanta a ele o papel de mediador, ou seja, que faça uma mediação pedagógica, possibilitando que os recursos e potencialidades das novas tecnologias não se percam em um ambiente sem contextualização.
Segundo Cotes e Monteiro o governo brasileiro iniciou um projeto que tem ambição de informatizar todas as escolas da rede pública, prometendo “acabar com a tão condenada exclusão digital”. Notadamente, as mudanças ocorridas com a incorporação de novas tecnologias estão causando impactos na sociedade contemporânea. A inclusão digital na escola é um efetivo instrumento de transformação social, é um parâmetro de aceitação na sociedade da informação.
Com o desenvolvimento tecnológico conquistado em nossos dias, principalmente em relação às inovações digitais, que ampliou a capacidade de coletar, armazenar, recuperar e atualizar as informações, otimizando a incorporação de novas práticas pedagógicas, aliado a um docente comprometido com um currículo relevante e significativo, sintonizado com as contribuições das pesquisas científicas, conseqüentemente é campo propício para a formação do indivíduo crítico e pesquisador. A concepção de que o conhecimento é construído através da interação da pessoa com a realidade social e valores culturais em que vive, revela a complexidade e a provisoriedade que caracterizam este processo.
O educador deve desempenhar uma nova função, a de ser o mediador e integrar ao processo de ensino-aprendizagem as novas tecnologias, procurando preparar-se para dominá-las.
REFERÊNCIAS
BEHRENS, Marilda Aparecida. 1996b. O desafio da Universidade frente ao novo século. In autores variados. Educação, caminhos e perspectivas. Curitiba: Champagnat.
COTES, Paloma. MONTEIRO, Beatriz. A chance de vencer o atraso no ensino. Revista época. Editora Globo S.A, São Paulo, edição 461,p.100,março/2007.
LOPES. José Junio. A Introdução da Informática no Ambiente Escolar . Disponível em: http://www.clubedoprofessor.com.br/artigos/artigojunio.htm. Acesso em: 16/11/2009.
BEHRENS, Marilda Aparecida. 1996b. O desafio da Universidade frente ao novo século. In autores variados. Educação, caminhos e perspectivas. Curitiba: Champagnat.
COTES, Paloma. MONTEIRO, Beatriz. A chance de vencer o atraso no ensino. Revista época. Editora Globo S.A, São Paulo, edição 461,p.100,março/2007.
LOPES. José Junio. A Introdução da Informática no Ambiente Escolar . Disponível em: http://www.clubedoprofessor.com.br/artigos/artigojunio.htm. Acesso em: 16/11/2009.
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